Filosofia Pop
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filosofia como parte da cultura
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#257: E se os africanos desaparecessem do mapa-múndi?, com Filomeno Lopes
Épisodes
Filosofia, geopolítica e mudança de paradigma Este é o episódio número 257, e recebemos Filomeno Lopes para uma conversa sobre seu livro Mudar de paradigma: autenticidade africana entre filosofia e geopolítica. Partimos de uma pergunta provocativa: e se os africanos desaparecessem do mapa-múndi? A partir dela, conversamos sobre filosofia, geopolítica e a necessidade de pensar os desafios do continente africano a partir de suas próprias experiências, histórias e formas de construir o futuro. Resumo: No episódio, Marcos Carvalho Lopes conversa com Filomeno Lopes sobre a necessidade de mudar o paradigma a partir do qual se pensa a África. A pergunta provocadora — “e se os africanos desaparecessem do mapa-múndi?” — leva a uma crítica das relações geopolíticas e da maneira como a história africana é frequentemente apagada ou reduzida à exploração do território e de seus recursos. Filomeno defende que a filosofia africana parta das realidades, histórias e formas de expressão dos próprios povos africanos. Isso exige rever currículos que começam pela tradição europeia e deixam à margem as humanidades clássicas africanas, a oralidade, a música e a produção cultural popular. O diálogo também aproxima essa discussão do Brasil: os participantes refletem sobre dependência intelectual, identidade nacional, futebol, colonialidade e a possibilidade de contribuir para o mundo a partir de experiências locais, sem se fechar ao universal. Palavras-chave: Filosofia africana; autenticidade africana; geopolítica; pan-africanismo; ruptura epistemológica; colonialidade; ensino de filosofia; humanidades clássicas africanas; Egito antigo; oralidade; cultura popular; música; futebol; identidade; território; universal e particular; Brasil; PALOP. Referências mencionadas Livros e filme destacados na conversa Filomeno Lopes, Mudar de paradigma: autenticidade africana entre filosofia e geopolítica. Filomeno Lopes, E se l’Africa scomparisse dal mappamondo? — título italiano mencionado na conversa. Os Olhos Azuis de Yonta (1992), filme de Flora Gomes. Na transcrição, o título aparece como “Olhos Azuis de ontem”; corrigi para o título do filme. Amílcar Cabral e Cheikh Anta Diop: Filomeno os recomenda como leituras importantes para pensar uma ruptura que também construa novos caminhos. Autores e figuras citados ou evocados Antonio Gramsci; Achille Mbembe; Placide Tempels (o nome pode ter sido transcrito incorretamente como “tempo”); Platão; Sócrates; Georg W. F. Hegel; Martin Heidegger; Friedrich Hölderlin; Steve Biko; Léopold Sédar Senghor; Édouard Glissant; Frantz Fanon; Karl Marx; Pierre-Joseph Proudhon; Ailton Krenak; Clarice Lispector; Roberto Mancini. Referências culturais e esportivas Azagaia; Bonga; José Carlos Schwarz; Flora Gomes; Sócrates (futebolista); Pelé; Pep Guardiola; Lionel Messi; Adriano Imperador; Benfica, Sporting, Real Madrid, Barcelona e Santos. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS O post #257: E se os africanos desaparecessem do mapa-múndi?, com Filomeno Lopes apareceu primeiro em filosofia pop.
Alô, alô! Neste episódio especial do Filosofia Pop, conversamos com Luiz Costa Lima sobre sua amizade com Paulo Freire e sua participação em uma experiência de educação interrompida pelo golpe de 1964. Entre lembranças e reflexões sobre cultura e aprendizagem, Costa Lima também manifesta sua preocupação com o presente e seu apoio a Lula. Uma conversa breve sobre memória, educação e os desafios da democracia brasileira. Vamos ouvir! Luiz Costa Lima é um dos principais críticos e teóricos da literatura no Brasil. Nascido no Recife, em 1937, é professor emérito da PUC-Rio e autor de uma extensa obra sobre literatura, história e imaginação. Um dos eixos de seu pensamento é a mímesis: como a literatura reelabora a realidade e produz novas formas de compreendê-la. Também investiga o controle do imaginário, isto é, os mecanismos pelos quais sociedades e instituições limitam a criação e a ficção. Entre seus livros estão Mímesis e modernidade, O controle do imaginário e História. Ficção. Literatura. No início dos anos 1960, colaborou com Paulo Freire na formação de educadores no Recife, experiência que ele relembra neste episódio do Filosofia Pop. Reumo: Neste episódio especial do Filosofia Pop, Luiz Costa Lima relembra sua amizade com Paulo Freire e sua participação na formação de educadores no Recife, antes do golpe de 1964. Ao recordar aquela experiência, destaca uma educação fundada na palavra e na aprendizagem compartilhada, distinguindo cultura para as grandes populações de cultura de massa. Na conversa com Marcos Carvalho Lopes, o crítico literário também manifesta preocupação com o cenário eleitoral, declara apoio a Lula e aproxima a memória da ditadura dos desafios atuais da democracia brasileira. Palavras-chave: Luiz Costa Lima, Paulo Freire, educação popular, alfabetização, cultura de massa, literatura, ditadura militar, memória, democracia, eleições, Lula, Filosofia Pop O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS O post #256: Luiz Costa Lima apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com a filósofa Márcia Cavalcante sobre o fascismo da ambiguidade: uma forma contemporânea de autoritarismo que se fortalece pela apropriação e pelo esvaziamento de palavras como liberdade, democracia e transformação. A partir das relações entre capitalismo financeiro, tecnologias digitais e extrema direita, a convidada examina como discursos de emancipação podem servir à destruição de direitos e dos vínculos sociais. Resumo: Neste episódio, Marcos Carvalho Lopes conversa com Márcia Sá Cavalcante Schuback sobre o fascismo da ambiguidade e o esvaziamento de palavras como liberdade e democracia. A discussão aborda as relações entre capitalismo, tecnologias digitais e extrema direita, destacando a linguagem, a poesia e a ação coletiva como caminhos de resistência. Palavras-chave: fascismo da ambiguidade, democracia, linguagem, tecnofascismo, resistência. Obras mencionadas ou identificáveis SCHUBACK, Marcia Sá Cavalcante. O fascismo da ambiguidade: um ensaio conceitual. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2021. Livro que orienta a conversa sobre capitalismo, digitalização e esvaziamento dos sentidos. editora.ufrj.br MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos de 1844. Mencionado na discussão sobre o dinheiro e sua capacidade de inverter qualidades e valores. PASOLINI, Pier Paolo. Escritos corsários. Citado na reflexão sobre sociedade de consumo, transformação cultural e novas formas de fascismo. ECO, Umberto. Obra aberta. Mencionado na discussão sobre abertura dos sentidos e limites da interpretação. FONTELA, Orides. “Fala”. Poema lido no encerramento, identificado pelo início: “Tudo será difícil de dizer”. FONTELA, Orides. Poema iniciado por “Alta agonia é ser, difícil prova”. Trecho recitado durante a conversa; o título não é informado. UNGER, Nancy Mangabeira. Da foz à nascente: o recado do rio. Livro identificável pela descrição da escuta das comunidades do rio São Francisco e de suas experiências de vida. antigo.mma.gov.br CARSON, Anne. “O gênero do som” (The Gender of Sound). Ensaio sobre as relações entre voz, gênero e silenciamento das mulheres, publicado em Glass, Irony and God. Periódico de Poesía GENET, Jean. Uma canção de amor (Un chant d’amour). Filme evocado na reflexão sobre corpo, isolamento e coexistência. BÍBLIA. Parábola do semeador. Referência à palavra como semente e à possibilidade de transformação pela escuta. Sobre a capa: a composição faz referência à semelhança visual entre uma peça divulgada pelo PL em apoio a Flávio Bolsonaro e a propaganda do regime de Mussolini. Segundo reportagem do Diário Carioca, o partido retirou a publicação, atribuiu sua produção ao PL Jovem e pediu desculpas, negando intenção de aludir ao fascismo. A capa retoma essa controvérsia como provocação para o debate sobre o fascismo da ambiguidade. Leia a reportagem: https://www.diariocarioca.com/2026/10/10/politica/eleicoes/pl-apaga-propaganda-de-flavio-bolsonaro-que-lembra-peca-do-fascista-mussolini/ O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS O post #255: Fascismo da ambiguidade, com Marcia Cavalcante apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #254 do Filosofia Pop, recebemos José Reinaldo de Lima Lopes para uma conversa sobre Direito como prática. O que muda quando compreendemos o direito como uma prática social, orientada por regras e pela finalidade de organizar a convivência humana? E por que a justiça é parte constitutiva dessa prática? A partir de Aristóteles, Wittgenstein e Elizabeth Anscombe, discutimos a importância da linguagem, da prudência e da deliberação para a formação dos juristas. José Reinaldo critica o ensino baseado na memorização de leis e decisões, o uso ornamental da filosofia nas sentenças e a confusão entre fundamentação jurídica e opinião pessoal. A conversa explora como os sentidos compartilhados permitem sustentar a objetividade das decisões sem eliminar as dúvidas e os conflitos de interpretação. Também abordamos a justiça como virtude social e política, as desigualdades e a persistência de hierarquias na cultura jurídica brasileira, o papel crítico da história do direito e a necessidade de um diálogo com a economia que preserve a autonomia do pensamento jurídico. Ao final, refletimos sobre os bens em comum e sua importância para a vida coletiva, com indicações de livros e filmes para continuar o debate. Resumo: No episódio #254 do Filosofia Pop, José Reinaldo de Lima Lopes discute o direito como prática social orientada pela justiça. A conversa aborda a formação dos juristas, a importância da linguagem e da deliberação nas decisões jurídicas, o papel crítico da história do direito e os desafios das desigualdades e dos bens em comum. Palavras-chave: José Reinaldo de Lima Lopes, direito como prática, filosofia do direito, justiça, razão prática, deliberação, ensino jurídico, argumentação jurídica, linguagem, Aristóteles, Wittgenstein, Elizabeth Anscombe, história do direito, desigualdade, bens comuns, Filosofia Pop. Livros indicados ou citados José Reinaldo de Lima Lopes — Curso de filosofia do direito: o direito como prática. Obra central para os temas discutidos no episódio. José Reinaldo de Lima Lopes — O direito na história: lições introdutórias. José Reinaldo de Lima Lopes — As palavras e a lei: direito, ordem e justiça na história do pensamento jurídico moderno. O título aparece imprecisamente como “As palavras e as leis” na transcrição. José Reinaldo de Lima Lopes, Gilberto Morbach e Martin Magnus Petiz (organizadores) — Direito e justiça: diálogos entre filosofia e direito. José Reinaldo de Lima Lopes, Rafael Mafei Rabelo Queiroz e Thiago dos Santos Acca — Curso de história do direito. O convidado destaca as indicações de literatura e cinema presentes nos capítulos. Peter Winch — A ideia de uma ciência social e sua relação com a filosofia. Indicado na discussão sobre práticas sociais e compreensão de outras formas de vida. Elizabeth Anscombe — Intenção. Citado como uma influência importante na compreensão da ação e da deliberação. Ludwig Wittgenstein — Da certeza. Citado durante a discussão sobre dúvida e objetividade e recomendado ao final. Graciliano Ramos — Angústia. Indicado como uma aproximação entre literatura, crime e reflexão jurídica. Filmes indicados Dúvida. Com Meryl Streep e Philip Seymour Hoffman; recomendado para pensar provas, raciocínio e tomada de decisões. O homem que não vendeu sua alma. Sobre Thomas More e seu julgamento na Inglaterra de Henrique VIII; destacado pelos diálogos e pelo desenvolvimento do conflito jurídico. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #254: Direito como Prática, com José Reinaldo de Lima Lopes apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #253 do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com o sociólogo e escritor Reginaldo Prandi a partir do livro Orixás: os deuses que habitam em nós. Prandi conta como concilia a pesquisa acadêmica com o aprendizado nos terreiros, onde ouvir e observar são partes fundamentais da formação. A conversa explora os mitos iorubás como formas de interpretar a experiência humana e apresenta as noções de orixá, egum e orí para pensar as relações entre natureza, comunidade e individualidade. O episódio aborda ainda o destino, a iniciação religiosa, a diversidade de gênero no candomblé e as histórias de Oxaguiã e Iemanjá. Ao falar de sua trajetória e de seus livros, Prandi também reflete sobre o que o estudo das religiões revela a respeito da sociedade brasileira — inclusive sobre as relações entre religião, política e Estado laico. Resumo Marcos Carvalho Lopes conversa com o sociólogo e escritor Reginaldo Prandi a partir de seu livro Orixás: os deuses que habitam em nós. Prandi fala sobre o desafio de conciliar a pesquisa acadêmica com os modos de aprender nos terreiros, baseados na escuta, na observação e na iniciação. A conversa explora os mitos iorubás como formas de interpretar a vida e apresenta as noções de orixá, egum e orí para pensar as relações entre natureza, comunidade e individualidade. O episódio aborda ainda o destino, a diversidade de gênero no candomblé, histórias de Oxaguiã e Iemanjá e as relações entre religião, política e Estado laico no Brasil. Palavras-chave: Reginaldo Prandi; orixás; candomblé; religiões afro-brasileiras; mitologia iorubá; terreiros; orí; egum; diversidade de gênero; religião e política. Indicações feitas ao final da conversa Reginaldo Prandi: Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo, de Pierre Verger. O livro reúne textos e fotografias sobre os cultos aos orixás na África e nas Américas. lojapierreverger.org.br Marcos Carvalho Lopes: Morte nos búzios, romance policial de Reginaldo Prandi. O título publicado é Morte nos búzios, sem o artigo “A” que aparece na transcrição. Grupo Companhia das Letras Livros de Prandi apresentados ou comentados no episódio Orixás: os deuses que habitam em nós — ponto de partida da entrevista. Grupo Companhia das Letras Mitologia dos orixás — obra que Prandi revisita na conversa. Companhia das Letras Brasil africano: orixás, sacerdotes, seguidores — coletânea de seus estudos sobre religiões afro-brasileiras. Pallas Editora Histórias de terreiro que a gente não conta — relatos de acontecimentos vividos ou presenciados pelo autor em sua convivência com os terreiros. Os mortos e os vivos: uma introdução ao espiritismo — retomado no encerramento da entrevista. Reginaldo Prandi – Página oficial Pequena mitologia dos orixás — livro infantil mencionado por Prandi, com lançamento previsto para 17 de novembro de 2026. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #253: Orixás, com Reginaldo Prandi apareceu primeiro em filosofia pop.
O que acontece antes que o pensamento se transforme em conceito? Que experiência da linguagem se revela quando escrever deixa de ser apenas o registro de algo já pensado e se torna o próprio nascimento do pensar? São essas algumas das questões que atravessam o episódio #252 do podcast Filosofia Pop, dedicado à obra de Clarice Lispector. Nossa convidada é a filósofa Márcia Sá Cavalcante Schuback, que retorna ao podcast para sua terceira conversa, depois dos episódios sobre Heidegger e Descartes. Desta vez, o ponto de partida é seu livro Atrás do pensamento: a filosofia de Clarice Lispector, escrito durante o “silêncio em pânico” da pandemia. Para Márcia, Clarice não é simplesmente uma escritora que ilustra conceitos filosóficos: sua escrita realiza uma forma própria de pensamento, ligada ao “estar sendo”, ao pensar-sentir, à experiência da noite e àquilo que permanece ainda sem nome. A conversa percorre as relações entre filosofia, literatura, linguagem, corpo e existência, mostrando como Clarice desafia as divisões entre razão e sensibilidade, sujeito e objeto, pensamento e experiência. O episódio também celebra o lançamento do Catálogo dos 250 primeiros episódios do Filosofia Pop: um mapa de mais de onze anos de entrevistas, ideias e encontros com diferentes maneiras de fazer e viver a filosofia. Veja o catálogo aqui: https://filosofiapop.com.br/texto/catalogo/ Resumo: Neste episódio, Marcos Carvalho Lopes conversa com a filósofa Márcia Sá Cavalcante Schuback sobre seu livro Atrás do pensamento: a filosofia de Clarice Lispector. Márcia relata como a suspensão e o “silêncio em pânico” da pandemia contribuíram para a escrita da obra e descreve seu encontro com Clarice como a descoberta de um pensamento do “estar sendo”. A conversa aborda as relações entre filosofia, literatura e escrita; a linguagem como acontecimento; o pensar-sentir; a crítica à separação entre razão e sensibilidade; a entrega ao não saber; e Clarice como pensadora da noite, do corpo e da existência. Também são discutidas a dimensão política de sua literatura, a singularidade da língua portuguesa e a escrita como experiência capaz de alcançar aquilo que permanece “atrás do pensamento”. Palavras-chave: Clarice Lispector; Márcia Sá Cavalcante Schuback; Atrás do pensamento; filosofia e literatura; filosofia brasileira; escrita; linguagem; existência; estar sendo; pensamento do gerúndio; pensar-sentir; razão e sensibilidade; pensamento da noite; A paixão segundo G.H.; experiência. Indicações de leitura Márcia Sá Cavalcante Schuback — Atrás do pensamento: a filosofia de Clarice Lispector. Hélène Cixous — A hora de Clarice Lispector. Christian Dunker — A arte de amar. Carmélia Aragão — Eu vou esquecer você em Paris. Joel Rufino dos Santos — Quem ama literatura não estuda literatura: ensaios indisciplinados. Gilles Deleuze e Félix Guattari — O que é a filosofia? Friedrich Nietzsche — Além do bem e do mal. Jean-Luc Nancy — indicado por Márcia como um pensador importante para pensar desde a experiência. Estudos sobre Clarice Lispector de Judith Rosenbaum, João Camillo Penna e Flávia Trocoli. Obras de Clarice Lispector mencionadas A paixão segundo G.H. Água viva Um sopro de vida Perto do coração selvagem A maçã no escuro Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres A hora da estrela “Mineirinho” “A bela e a fera” Indicações musicais Caetano Veloso Chico Buarque Gilberto Gil Johann Sebastian Bach Franz Schubert Giacomo Puccini Nina Simone Elza Soares O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #252 – Clarice Lispector, com Marcia Cavalcante apareceu primeiro em filosofia pop.
A inteligência artificial é realmente inteligente? Para responder a essa pergunta, talvez seja necessário primeiro abandonar a inteligência humana como medida de todas as formas possíveis de inteligência. No episódio 251 do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Lúcia Santaella, referência brasileira nos estudos de semiótica, comunicação e cultura digital. A partir da semiótica filosófica de Charles Sanders Peirce, Santaella questiona algumas das afirmações mais recorrentes sobre a inteligência artificial e propõe ampliar nossa compreensão de pensamento, cognição e linguagem para além do antropocentrismo. A conversa passa pela ideia do computador como máquina semiótica, pelas diferenças entre inteligência, consciência e sentimento, pelo problema da antropomorfização das IAs e pelo papel da abdução no pensamento humano. Santaella também discute os vieses presentes nos sistemas de inteligência artificial, a responsabilidade humana por seus usos e a transformação que essas tecnologias impõem à educação. Diante da IA, sua proposta é cultivar duas disposições complementares: a arte do cuidado e a arte da suspeita. Em vez de simplesmente recusar as novas tecnologias ou atribuir-lhes capacidades humanas que elas não possuem, é preciso aprender a utilizá-las criticamente, compreender seus limites e assumir responsabilidade pelas formas como são incorporadas à vida social. Resumo Neste episódio do Filosofia Pop, Lúcia Santaella discute as relações entre inteligência artificial e semiótica a partir, sobretudo, da filosofia de Charles Sanders Peirce. A conversa problematiza a definição de inteligência e critica a tendência de tomar a cognição humana como seu único paradigma. Santaella distingue inteligência de consciência, sentimento e responsabilidade moral, caracterizando os atuais sistemas de IA como máquinas fundamentalmente linguísticas e semióticas. O diálogo aborda ainda o conceito peirceano de abdução, as relações entre linguagem, cognição e realidade, os riscos da antropomorfização da IA, os vieses inscritos nos dados humanos e a responsabilidade dos desenvolvedores e usuários. Também são discutidos os impactos das tecnologias digitais sobre a educação e a necessidade de formação crítica para professores e estudantes. Para Santaella, a utilização da inteligência artificial exige simultaneamente uma arte do cuidado e uma arte da suspeita, capazes de combinar abertura às possibilidades tecnológicas com avaliação crítica de seus resultados. Palavras-chave Inteligência artificial; Semiótica; Charles Sanders Peirce; Lúcia Santaella; Cognição; Linguagem; Abdução; Antropocentrismo; Educação; Ética; Filosofia da tecnologia; Inteligência; Pragmatismo. Indicações do episódio Indicações de Marcos Carvalho Lopes Ian McEwan — Máquinas como eu Romance indicado como uma possibilidade de reflexão literária sobre inteligência artificial, máquinas e humanidade. “O sertão semiótico de Tom Zé” — Marcos Carvalho Lopes Texto mencionado na conversa a propósito das relações entre Tom Zé, semiótica, Peirce, Tropicália e a experiência cultural do Recôncavo baiano. Indicações de Lúcia Santaella Tatiana Roque — A máquina em nós Santaella destaca o livro como uma leitura breve e acessível, mas intelectualmente cuidadosa, sobre as transformações tecnológicas contemporâneas. Yuk Hui — obra sobre arte e cosmotécnica Santaella menciona uma obra que aparece na transcrição como “Arte Cosmo técnica”, observando que ainda não estaria traduzida para o português. A transcrição não permite estabelecer com segurança a grafia exata do título. Yuk Hui — Tecnodiversidade Mencionado em conexão com a ideia de cosmotécnica e com a necessidade de pensar formas plurais de relação entre tecnologia, cultura e mundo. Isabelle Stengers — cosmopolítica Aparece como referência para a defesa de uma perspectiva cosmopolítica capaz de ultrapassar formas antropocêntricas e fechadas de pensar a tecnologia e a vida planetária. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. 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No episódio número 250 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o filósofo Claudio Ferreira Costa sobre autismo e filosofia. Cláudio Ferreira Costa construiu sua trajetória acadêmica no Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), desenvolvendo pesquisas principalmente no campo da filosofia analítica contemporânea, com trabalhos em áreas como filosofia da linguagem, filosofia da mente e metafísica analítica. Realizou seu mestrado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Rio de Janeiro, e seu doutorado na Universität Konstanz, na Alemanha. Sua formação inclui ainda períodos de pós-doutorado na Hochschule für Philosophie, em Munique, na University of California, Berkeley, na University of Oxford e novamente na Universität Konstanz. Nesta conversa, partimos de seu texto sobre Síndrome de Asperger e filosofia para discutir sua experiência pessoal com o autismo, o diagnóstico tardio e questões relacionadas à linguagem, empatia, sociabilidade e vida acadêmica. O diálogo também passa pelas possíveis relações entre determinadas características do espectro autista e o trabalho filosófico, pelos limites das tentativas de diagnosticar filósofos do passado e pela própria maneira como Cláudio Costa compreende a atividade filosófica. Texto Sindrome de Aperger e Filosofia de Claudio F. Costa Site de Claudio Ferreira Costa Textos de Claudio Costa no Academia.edu O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #250 – Autismo e Filosofia, com Claudio Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio 249 do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Hans Ulrich “Sepp” Gumbrecht sobre futebol. Professor emérito de Literatura Comparada, Francês e Italiano da Universidade Stanford, Gumbrecht desenvolveu uma obra que atravessa a teoria literária, a filosofia, a estética e a reflexão sobre os esportes. Uma de suas preocupações centrais é compreender experiências que não podem ser inteiramente reduzidas à interpretação ou à procura de significados: a presença dos corpos, a intensidade dos acontecimentos, a atmosfera dos espaços e o aparecimento inesperado de formas. Essas questões encontram no futebol um campo privilegiado. Uma partida não nos afeta apenas pelo resultado ou pelas histórias que contamos sobre ela. Também somos atingidos pela velocidade de uma jogada, pela abertura repentina de um espaço, pela coordenação dos movimentos, pelo confronto entre os corpos e pela atmosfera produzida dentro de um estádio. Esta não é a primeira participação de Hans Ulrich Gumbrecht no Filosofia Pop. Em 2021, ele esteve presente em dois episódios do podcast. No episódio #116 – Vale do Silício, publicado em 22 de fevereiro daquele ano, conversamos sobre as transformações culturais e tecnológicas associadas ao Vale do Silício, partindo de seu livro O espírito do mundo no Vale do Silício: viver e pensar o futuro. No episódio #117 – Humanidades etc., publicado em 1º de março de 2021, continuamos a conversa tratando das Humanidades, da universidade, do ambiente acadêmico brasileiro e norte-americano, da obra de Luiz Costa Lima e dos projetos intelectuais de Gumbrecht. As duas conversas haviam sido gravadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2020. Agora, cinco anos depois daqueles episódios, voltamos a conversar. Desta vez, tendo o futebol como ponto de partida para pensar a estética, a cultura e as formas contemporâneas de viver experiências coletivas. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #249 – Futebol, com Sepp Gumbrecht apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #247 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o professor Renan Porto sobre sua trajetória intelectual e sobre o livro Nas Brechas dos Futuros Cancelados: do Pesadelo Ciborgue à Queda do Céu. Da experiência de crescer em uma comunidade produtora de cacau no sul da Bahia às reflexões sobre cosmologias indígenas, Guimarães Rosa, justiça, ecologia e transformação social, a conversa explora caminhos para pensar o presente para além das promessas esgotadas da modernidade. Uma reflexão sobre território, memória, imaginação e as brechas pelas quais outros futuros ainda podem emergir. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_pop Facebook: Página do Filosofia Pop YouTube: Canal do Filosofia Pop e-mail: contato@filosofiapop.com.br Site: https://filosofiapop.com.br Podcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #248 – Cosmopoética da Justiça, com Renan Porto apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio #247 – Ciganos, o podcast filosofia pop recebe Phillipe Cupertino para uma conversa sobre identidade, direitos e os desafios enfrentados pelos povos ciganos. O episódio discute como estereótipos e imagens cristalizadas ajudam a produzir formas de exclusão, problematizando ideias comuns sobre nomadismo, cultura e pertencimento. Uma reflexão sobre diversidade, reconhecimento e a necessidade de olhar para além dos rótulos. Leia mais → O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio 246 do Filosofia Pop, conversamos com Lenio Streck sobre a presença da filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Leia mais → O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio do Filosofia Pop, a conversa com Stefany Stettler explora a figura do zumbi para além do terror, articulando suas origens no vodu haitiano, sua transformação na cultura pop e seus desdobramentos filosóficos. O zumbi aparece como símbolo da perda de autonomia, da alienação e dos medos coletivos de cada época — da escravidão ao colapso social contemporâneo. Ao mesmo tempo, ele serve como ferramenta conceitual para pensar a consciência, os limites entre vida e morte e o que significa, afinal, ser humano. Leia mais → O post #245 – Zumbis, com Stefany Stettler apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o professor Luis Carlos Bresser-Pereira para uma conversa sobre Novo desenvolvimentismo, fim do neoliberalismo, sentido do vida, metodologia das ciências sociais e muito mais Leia mais → O post #244 – Novo desenvolvimentismo, com Bresser-Pereira apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio do podcast Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Laurenio Sombra sobre a filosofia de Ludwig Wittgenstein e as transformações de seu pensamento entre o Tractatus Logico-Philosophicus e as Investigações Filosóficas. A conversa explora a passagem de uma concepção lógica e formal da linguagem para uma visão pragmática e plural, marcada pelas formas de vida, pelos jogos de linguagem e pelas redes de sentido que estruturam a comunicação humana. O episódio discute como essa virada influencia a filosofia contemporânea e oferece caminhos para pensar linguagem, significado e filosofia fora de sistemas rígidos, aproximando Wittgenstein de perspectivas mais abertas e relacionais. Leia mais → O post #243 – De Wittgenstein às Redes de Sentido, com Laurenio Sombra apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio que abre a 11ª temporada do Filosofia Pop, Marcos Carvalho Lopes conversa com Jurandir Freire Costa sobre o livro Além do Princípio do Pudor. A partir de Freud e da tradição psicanalítica, o diálogo aborda a formação das massas, o papel das paixões na vida política, experiências de desenraizamento social e os desafios contemporâneos da democracia. Uma reflexão sobre cultura, subjetividade e vida pública no presente. Episódio realizado em parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura Popular e Ética (UFJ). Leia mais → O post #242 – Além do Princípio do Pudor, com Jurandir Freire Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
No episódio 241 do Filosofia Pop, intitulado ‘Esperança Ativa’, Marcos Carvalho Lopes recebe novamente o antropólogo, cientista político e escritor Luiz Eduardo Soares para uma conversa que parte do contexto sombrio do final de 2025 – com o avanço da… Leia mais → O post #241 – Esperança Ativa, com Luiz Eduardo Soares apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 240 e hoje recebemos o filósofo José Crisóstomo de Souza para uma conversa sobre o livro O avesso de Marx. A proposta de Crisóstomo é descentralizar Marx, afastando-se tanto do comunismo especulativo, quanto… Leia mais → O post #240 – Avesso de Marx, com Crisóstomo de Souza apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 239 e hoje recebemos o filósofo e editor Maikel da Silveira para uma conversa longa e extremamente rica sobre o pensador japonês Kōjin Karatani. No episódio de hoje do Filosofia Pop, Maikel (que… Leia mais → O post #239 – Kojin Karatani, com Maikel da Silveira apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o noso episódio 238 e nele recebemos a socióloga Flávia Rios para uma conversa sobre o conceito de Pardo. Flavia Mateus Rios é docente da Universidade de São Paulo (USP) e Bolsista Produtividade do CNPq (C). Durante o… Leia mais → O post #238 – Pardo, com Flavia Rios apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é nosso episódio 237 e nele recebemos a professora Márcia Hitomi Namekata, especialista em literatura japonesa da Universidade Federal do Paraná, para uma conversa sobre Murasaki Shikibu — uma das figuras mais icônicas da literatura clássica japonesa e autora… Leia mais → O post #237 – Murasaki Shikibu, com Márcia Namekata apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio, Marcos Carvalho Lopes rebebe Diego Diehl para uma conversa sobre Enrique Dussel. Nesta edição, exploramos a trajetória rica e transformadora de Dussel, um dos maiores filósofos do nosso tempo. Nascido na Argentina, ele começou influenciado por Heidegger e… Leia mais → O post #236 – Enrique Dussel, com Diego Diehl apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio 235 e Marcos Carvalho Lopes recebe o filósofo Alessandro Pinzani e a socióloga Walquíria Leão Rego para uma conversa sobre pobreza, autonomia e sofrimento. A partir de suas pesquisas e dos livros Vidas Roubadas e… Leia mais → O post 235.Pobreza, com Alessandro Pinzani e Walquíria Leão Rego apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 234 e nele mergulhamos na vida e no legado de uma das figuras mais fascinantes do século XX: Rosa Luxemburgo. Para isso recebemos a professora Isabel Loureiro, uma das maiores especialistas no Brasil… Leia mais → O post 234.Rosa Luxemburgo, com Isabel Loureiro apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 233 em que Marcos Carvalho Lopes e Ana Laura Sousa recebem a professora Maria Walquíria Cabral para uma conversa sobre a filósofa Drucilla Cornell, sua contribuição para o feminismo, para a filosofia do… Leia mais → O post 233.Drucilla Cornell, com Maria Walkíria Cabral apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio Marcos Carvalho Lopes fala sobre os Engenheiros do Hawaii, destacando sua relação com a arquitetura e o debate modernismo/pós-modernismo, o existencialismo de Jean Paul-Sartre e Albert Camus; e a imagem do surfista da imanência de Gilles Deleuze. Leia mais → O post 232.Engenheiros do Hawaii, com Marcos Carvalho Lopes apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 231 e recebemos a novamente a professora Silvana Ramos, nossa convidada em março de 2023, para uma nova conversa instigante. Desta vez, o ponto de partida é o livro Ensaios sobre Democracia: Descrições… Leia mais → O post 231.Conversa sobre Democracia; com Silvana Ramos apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos Pedro Ivo Souza de Alcântara para uma conversa sobre o “Protágoras” de Platão e como esse diálogo nos ajuda a pensar as questões éticas, políticas e epistemológicas contemporaneas. Pedro Ivo Souza de Alcantara é bacharel em Direito pelo Centro… Leia mais → O post 230.Protágoras, de Platão; com Pedro Ivo apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o filósofo Alexandro Teles da Silveira ara uma conversa sobre o que significa fazer filosofia na América Latina, cidadania no Brasil, a persistência da violência colonial e muito mais. Ronie Alexandro Teles da Silveira é Professor Titular da Universidade… Leia mais → O post 229. Filosofar na América Latina, com Ronie Silveira apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos a professora Sabrina Gledhill para uma conversa sobre Manuel Querino. Sabrina Gledhill é uma académica, editora, escritora e tradutora britânica independente. Viveu em Salvador, Bahia, Brasil, durante quase 30 anos antes de regressar ao Reino Unido. A Dra. Gledhill… Leia mais → O post 228. Manuel Querino, com Sabrina Gledhill apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio 227 e recebemos Alexandre da Silva Costa para uma conversa sobre Heráclito de Eféso. Alexandre Costa é professor adjunto do Departamento de Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Possui graduação em História pela Universidade Federal… Leia mais → O post 227. Heráclito de Eféso, com Alexandre Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
No nosso episódio de número 226 conversamos com a professora Susana de Castro sobre feminismo descolonial, filosofias indígenas, masculinidades e muito mais. Susana de Castro é Professora Associada do departamento de filosofia e do Programa de PósGraduação em Filosofia IFCS/UFRJ.… Leia mais → O post 226. Feminismo Descolonial, com Susana de Castro apareceu primeiro em filosofia pop.
No nosso episódio de número 225 recebemos o professor Bruno Loureiro Conte para uma conversa sobre Parmênides de Eléia. Leia mais → O post 225. Parmênides de Eléia, com Bruno Conte apareceu primeiro em filosofia pop.
Neste episódio conversamos com Isadora Tabordes sobre a Motocicleta e Filosofia Leia mais → O post #224. Motocicleta e Filosofia, com Isadora Tabordes apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 223, em que conversamos com o professor Fábio Mascaro Querido sobre a Tradição Crítica Brasileira, ou talvez, para o que podemos chamar de Tradição Crítica Paulistana, já que apresentamos o que é um romance de formação dos intelectuais paulistas e a sua forma de pensar o país. Leia mais → O post #223. Tradição Crítica Brasileira, com Fábio Mascaro Querido apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o sinólogo Giorgio Sinedino para uma conversa sobre”Ideias Chinesas”. Sinólogo brasileiro e professor da Universidade de Macau, Giorgio é autor de diversas obras sobre filosofia e cultura chinesa, além de criador do podcast Ideias Chinesas, que já está na… Leia mais → O post #222. Ideias Chinesas, com Giorgio Sinedino apareceu primeiro em filosofia pop.
Estamos de volta para abrir a décima temporada com nosso episódio de número 221, que traz uma conversa sobre Pitágoras e o Pitagorismo com o Gabriele Cornelli. Leia mais → O post #221. Pitágoras e o Pitagorismo, com Gabriele Cornelli apareceu primeiro em filosofia pop.
Conversamos com a professora Ana Maria Colling sobre as Mulheres e a Ditadura, o tema pede que antes questionemos o que significa ser mulher, como o feminino tem sido criminalizado, para entender como as mulheres vivenciaram e lutaram contra o patriarcado e o autoritarismo. Leia mais → O post #220 – Mulheres na Ditadura, com Ana Maria Colling apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é um episódio especial em que eu e Matilde Ribeiro conversamos com a escritora, arte-educadora e Kiusam de Oliveira sobre Nelson Mandela, racismo, literatura, educação e muito mais. Leia mais → O post #Mandela Day – Kiusam de Oliveira apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é um episódio especial em que conversamos com o jornalista Manoel Soares sobre Nelson Mandela, seu legado, neurodiversidade e paternidade atípica e muito mais. Leia mais → O post #Mandela Day – Manoel Soares apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é um episódio especial em que conversamos com a professor Matilde Ribeiro sobre Nelson Mandela, seu legado e o projeto Mandela Day. Matilde Ribeiro é Professora Adjunta no Curso de Pedagogia/Instituto de Humanidades e coordenadora do Grupo AMANDLA – estudo,… Leia mais → O post #Mandela Day – Matilde Ribeiro apareceu primeiro em filosofia pop.
No nosso episódio 219, recebemos o professor Guilherme da Franca Couto Fernandes de Almeida para bater um papo sobre Filosofia Experimental do Direito. Vamos falar sobre horizontes de pesquisa, as implicações da abordagem experimental na filosofia e muito mais. Leia mais → O post #219 – Filosofia Experimental do Direito, com Guilherme de Almeida apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos a professora Mariana Bracks da Fonseca para uma conversa sobre seu livro Poderosas Rainhas Africanas, falamos sobre relações de genero e matriarcado na África, sobre a rainha Njinga e a ginga na capoeira e muito mais. Leia mais → O post #218 – Poderosas Rainhas Africanas, com Mariana Bracks apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o professor Hugo de Brito Machado Segundo para uma conversa sobre Epistemologia Jurídica. Leia mais → O post #217 – Epistemologia Jurídica, com Hugo Machado Segundo apareceu primeiro em filosofia pop.
Este é o nosso episódio de número 216 e recebemos Toni Reis para uma conversa sobre Cidadania LGBTI+, a atuação militante de Renato Russo, as formas de luta por direitos e muito mais. Leia mais → O post #216 – Cidadania LGBTI+, com Toni Reis apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos a filósofa Rita Machado para uma conversa sobre trabalho, pós-trabalho, as mulheres na filosofia e muito mais. Leia mais → O post #215 – Trabalho, com Rita Machado apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos Filomeno Lopes para uma conversa sobre Amílcar Cabral, reafricanização, epistemologia e muito mais. Leia mais → O post #214 – Amílcar Cabral, com Filomeno Lopes apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o professor Aldo Dinucci para uma conversa sobre Marco Aurélio, a tradução das Meditações, o sentido da filosofia antiga hoje e muito mais. Leia mais → O post #213 – Marco Aurélio, com Aldo Dinucci apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos os filósofos Filipe Cahungo e Felisberto Dumbo para uma conversa sobre como filosofar em Angola, a filosofia africana em língua portuguesa, a crise do muntu ou seja, da ideia tradicional de pessoa a comunidade africanas e muito mais. Leia mais → O post #212 – Filosofar em Angola, com Felisberto Dumbo e Filipe Cahungo apareceu primeiro em filosofia pop.
Recebemos o filósofo Márcio Santilli para uma conversa sobre o conceito de socioambiental, políticas indigenistas, a ideia de florestania e as transformações de paradigma na política indigenista. Leia mais → O post #211 – Sociaoambiental, com Márcio Santilli apareceu primeiro em filosofia pop.